Em uma retrospectiva histórica no campo da saúde, revela-se que o processo saúde/doença sempre foi acompanhado de crenças e rituais e, que até hoje, - o paciente e quem o acompanha necessitam ter fé no tratamento, pois, se eles não acreditarem, as suas mentes trabalharão contra o mesmo, bloqueando qualquer benefício possível;
- a doença não deve ser mais necessária para o fim a que se destinava;
- o médium precisa estar equilibrado emocionalmente e se dedicar ao seu trabalho com amor, o que seria necessário para que ele obtivesse o auxílio de bons espírito.
O espiritismo explica que os males do indivíduo têm relacionamento, ora apontando para deficiências espirituais, ou esclarecendo que o indivíduo só pode obter resultados definitivos quando reconhece em si mesmo a base dos problemas. Ressalta que o trabalho de Fluidoterapia (terapia das energias), são assistidos por entidades, ligadas ao campo da medicina, conhecedoras de particularidades relativas à saúde física-espiritual dos pacientes e à lei de causa e efeito.
Em uma entrevista concedida à Rádio Boa Nova, Ana Fini, coordenadora dos trabalhos de curas da Fraternidade Cristo Redentor em São Paulo, esclarece a necessidade da fé para a construção de um campo espiritual mais saudável.
RBN: A doença física é resultante de um desequilíbrio espiritual?
Ana Fini: As enfermidades podem ser classificadas como sendo oriundas de duas fontes distintas: as primeiras possuem um fundo mais íntimo e estão sempre ligadas ao panorama cármico individual, isto é, ao que contraiu no passado; as segundas são meras circunstâncias ocasionais, não radicadas a vidas anteriores; desajustes passageiros do metabolismo orgânico, por efeito de transgressões atuais.
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